Olá "clientes"
Clique no link a seguir e fique por dentro das diretrizes básicas para a elaboração de resenha.
Diretrizes Básicas para Elaboração de Resenha
Esse material é mais uma oferta que ampliará os conhecimentos necessários para a produção desse gênero textual, ok?
Boa leitura para todos.
Profº Magno Santana.
sábado, 9 de outubro de 2010
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
MANOEL DE BARROS - SÓ DEZ POR CENTO É MENTIRA
Olá "clientes"
----------------------------------------------------------------------------------------
SOBRE IMPORTÂNCIAS
Clique nos links a seguir e veja alguns trechos da desbiografia oficial do poeta Manoel de Barros:
A Magno's Professor Blog tem a honra de presenteá-los com um brinde especial. Trata-se do poema Sobre Importâncias. Aproveitem esse feriadão eleitoral para entrar em contato com a despalavra desse grande dessujeito que é Manoel de Barros. Em seguida, formulem suas dúvidas, embrulhe-as em papel infância e tragam para o nosso encontro da próxima semana, ok?
Boa leitura para todos.
----------------------------------------------------------------------------------------
SOBRE IMPORTÂNCIAS
Uma rã se achava importante
Porque o rio passava nas suas margens
O rio não teria grande importância para a rã
Porque o rio que estava ao pé dela.
Pois Pois
Para um artista aquele ramo de luz sobre uma lata
desterrada no canto de uma rua, talvez para um
fotógrafo, aquele pingo de sol da lata seja mais
importante do que o esplendor do sol nos oceanos.
Pois Pois
Em Roma, o que mais me chamou a atenção foi um
Prédio que ficava em frente das pombas.
O prédio era de estilo bizantino do século IX.
Colosso!
Mas eu achei as pombas mais importantes do que o
prédio.
Agora, hoje, eu vi um sabiá pousado na Cordilheira
dos Andes.
Achei o sabiá mais importante do que a Cordilheira
dos Andes.
O pessoal falou: seu olhar é distorcido.
Eu, por certo, não saberei medir a importância das
Coisas: alguém sabe?
Eu só queria construir nadeiras para botar nas
Palavras.
Clique nos links a seguir e veja alguns trechos da desbiografia oficial do poeta Manoel de Barros:
domingo, 26 de setembro de 2010
LEYLA PERRONE-MOISÉS
Olá "clientela"
A Magno's Professor atende o pedido dos "clientes" que buscam maiores informações sobre o ensaio A Criação do Texto Literário, nosso "produto" de leitura em LPT. Conheça agora a "fabricante", e ateste a qualidade dos nossos "serviços".
Professora emérita da USP, Leyla Perrone-Moisés é uma das mais destacadas críticas literárias do Brasil. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa Brasil-França, do Instituto de Estudos Avançados da USP, é especialista em literatura brasileira, portuguesa e na obra do semiólogo francês Roland Barthes, que traduziu para o português e organizou a publicação no Brasil.
Autora de vasta obra, publicou Falência da crítica – Um caso-limite: Lautréamont (Perspectiva); Texto, crítica, escritura (Martins Fontes); Inútil poesia e outros ensaios breves (Companhia das Letras); Vinte Luas – Viagem de Paulmier de Gonneville ao Brasil (1503-1505) (Companhia das Letras); Roland Barthes – O saber com sabor (Brasiliense), entre outros livros.
Recebeu o prêmio Alejandro José Cabassa (2002), da União Brasileira de Escritores; o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, na categoria ensaio (1993); as comendas de Officier de l’Ordre des Palmes Académiques (1986) e de Chevalier de l’Ordre des Palmes Académiques (1970), ambas concedidas pelo Ministério da Educação da França.
Fonte: Lu Fernandes Escritório de Comunicação.
Se quiser saber mais sobre a autora, clique no link a seguir e navegue por sua plataforma Lattes:
domingo, 19 de setembro de 2010
ANGU DE INAUGURAÇÃO
O Albatroz
Às vezes, por prazer, os homens da equipagem
Pegam um albatroz, imensa ave dos mares,
Que acompanha, indolente parceiro de viagem,
O navio a singrar por glaucos patamares.
Tão logo o estendem sobre as tábuas do convés,
O monarca do azul, canhestro e envergonhado,
Deixa pender, qual par de remos junto aos pés,
As asas em que fulge um branco imaculado.
Antes tão belo, como é feio na desgraça
Esse viajante agora flácido e acanhado!
Um, com o cachimbo, lhe enche o bico de fumaça,
Outro, a coxear, imita o enfermo outrora alado!
O Poeta se compara ao príncipe da altura
Que enfrenta os vendavais e ri da seta no ar;
Exilado no chão, em meio à turba obscura,
As asas de gigante impedem-no de andar.Charles Baudelaire
Assinar:
Comentários (Atom)


